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02/10

Deficiência auditiva: Conheça as causas, sintomas e tratamentos de surdez


Uma limitação que atinge a audição. Mas o que é a deficiência auditiva? Como trata-la? Ou, até mesmo, como evitá-la?

Algumas prerrogativas giram em torno desta deficiência, caracterizada pela perda ou diminuição na capacidade de ouvir os sons, e ocasionada por qualquer problema que ocorra em alguma das partes do ouvido, como malformação (causa genética) ou uma lesão nas estruturas que compõem o aparelho auditivo.

Há vários níveis de deficiência auditiva, que vão desde a moderada, com uma perda relativa, a graus mais avançados, como na perda auditiva severa e profunda. Segundo a otorrinolaringologista Rita de Cássia Guimarães, entre as várias deficiências como condutiva, mista ou neurossensorial.

A deficiência condutiva é causada por um problema localizado no ouvido externo. Nesses casos, a perda pode ser reversível e não precisa de tratamento com aparelhos auditivos. A neurossensorial ocorre quando acontece uma lesão no ouvido interno, e nela, não há problemas na condução do som, mas sim uma diminuição na capacidade de percebê-lo. Ela faz com que as pessoas escutem menos e tenham maior dificuldade de compreender as diferenças entre os sons. Já a deficiência auditiva mista acontece quando há ambas perdas auditivas na mesma pesso a condutiva e a neurossensorial.

Contudo, de leve à severa, a perda da audição pode ser resolvida com aparelhos auditivos para a amplificação dos sons, conforme a necessidade do paciente. “Na surdez profunda, os aparelhos podem ajudar em até 80% dos casos. Nos demais, é indicado o implante coclear, desde que o paciente atenda aos requisitos psicológicos, clínicos e audiológicos”, explica Rita de Cássia.

As causas que levam à deficiência auditiva são várias como infecções, exposição a ruídos intensos, o envelhecimento fisiológico da audição e a surdez congênita, por exemplo. Algumas doenças, como a varíola, a toxoplasmose ou a rubéola, e certos medicamentos tomados pela mãe durante a gravidez podem causar uma diminuição auditiva no bebê.

Porém, há formas de se evitar os problemas auditivos, mas uma vez constatada a deficiência, deve-se buscar a ajuda de um especialista em otorrinolaringologia e em audiologia para realizar um teste auditivo e outros exames médicos para localizar a deficiência e então tratá-la.

Mas quando se tem a perda total da audição, é preciso disponibilizar para o indivíduo novas formas para se comunicar. O uso mais frequente de comunicação para pessoas com surdez é a Língua de Sinais, no Brasil chamada de Libras. Por meio de sinais, ouvintes e pessoas com deficiência auditiva podem manter a comunicação sem prejudicar o convívio social.

Fonte: Argosy

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